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O 8 de Março marca o Dia Internacional das Mulheres e representa lutas e conquistas históricas de muitas mulheres. O combate às violências e às desigualdades de gênero é uma tarefa diária que deve ser amplamente discutida em sociedade. Por isso, que tal participar de alguma atividade em prol do dia? Olha a boa: entre 6 e 10 de março, o Museu do Amanhã, na Praça Mauá, no Rio, vai realizar a Semana “O amanhã é aqui e o agora é das mulheres”, com rodas de conversa e bate-papo com cientistas, e o Museu da Vida vai participar em atividades nos dias 9 e 10!

A programação, disponível aqui, pretende dialogar com temas como tipos de violência à mulher, sexualidade, divulgação científica, mulher e política e mulheres negras na ciência. No dia 9, às 15h, a pesquisadora e jornalista Carla Almeida, do Museu da Vida, irá mediar a mesa “Mulher e divulgação científica”, que contará com a presença da pesquisadora Luisa Massarani, da Casa de Oswaldo Cruz (Fiocruz), e da astrônoma Patrícia Spinelli, do Museu de Astronomia e Ciências Afins. Essa atividade é gratuita e requer inscrição. 

 

 

Cada pedaço da fantasia, elaborada pelo artista Rodney Wilbert, é inspirado numa área da ciência. (Foto: Samara Félix - Grito de Carnaval do Museu da Vida)

Já no dia 10, de 11h às 12h, as fantasias elaboradas para o Grito de carnaval do Museu da Vida sobre mulheres na ciência vão compor a atividade “Converse com uma cientista”. Nela, ao som de um alarme, os visitantes vão sentar com pesquisadoras e bater um papo, trocando de cientista assim que o alarme soar de novo. Com a fantasia, vale tirar selfie e trocar uma ideia com profissionais do MV sobre o estereótipo do cientista. Afinal, pesquisador sempre trabalha dentro de laboratório, veste jaleco e tem um jeitão meio doido? A gente acha que não! Vale a pena conversar sobre isso. ;)

No mesmo dia à tarde, de 14h30 às 18h, mediante inscrição e com entrada gratuita, o evento "Lugar de mulher é..." acontece no auditório do Museu do Amanhã e contará com duas mesas-redondas, uma delas “Mulheres negras na ciência”. Por que ainda há tão poucas mulheres negras fazendo ciência no Brasil e por quais obstáculos elas passam para chegar até o topo da carreira científica? Para responder essas perguntas, a química Joana D’Arc Felix, a física Sônia Guimarães e a química e doutora em política social Rosália Lemos vão marcar presença. A mediação do debate será feita pela bióloga Hilda Gomes (Museu da Vida), representante do Comitê Nacional Pró-Equidade Gênero e Raça da Fiocruz. Ухаживайте за собой с удовольствием вот адрес магазина самой современной косметики

A Fiocruz também vai celebrar o dia! No dia 8 de março, por exemplo, vai rolar a abertura do ano letivo da instituição com a aula “Olhares femininos no cárcere”. A pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp/Fiocruz) Maria do Carmo Leal, uma das coordenadoras do estudo Nascer nas prisões, e a fotógrafa Nana Moraes, autora da exposição "Ausência", que retratou mulheres presas, são as convidadas. A aula ocorrerá às 9h, no auditório do Museu da Vida, no prédio-sede. O endereço é av. Brasil, nº 4365, Manguinhos, no Rio de Janeiro.

Compartilhe, se engaje e participe!

Atualizado em 02/03/2018

 

 

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