
O Ciência Móvel é a divulgação da ciência sobre rodas. Inquieto, ora em um lugar, ora em outro. Diferentes públicos, diferentes histórias, culturas diferentes. A fascinante viagem do conhecimento refletida nos olhos atentos e brilhantes de jovens e adultos. Em comum, a curiosidade e a necessidade de saber mais, de compreender melhor o mundo em que vivem. De uma cidade para outra, a rotina de produção de um grande evento. Caixas e mais caixas de materiais de exposição embaladas e desembaladas, conferidas e consertadas. Equipamentos eletrônicos testados várias vezes, luz, som, cor, cheiro, sensações. Pneus, água, combustível, lubrificante, descanso. A viagem se aproxima. Próxima parada, outra cidade. Ele é o tema deste sexto número do Cadernos Museu da Vida.
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"A Casa de Oswaldo Cruz e o Museu da Vida carregam em seu nascedouro a tradição de Manguinhos, onde o rigor do fazer científico se mescla com a estética, a arte e a premência de comunicação, que extrapola os limites da ciência para encontrar seu público maior. Desde a concepção do Museu da Vida, visávamos reiventar esse legado, com profissionalismo e olhar crítico. Um dia, Virgínia Schall, cientista e poetisa, amiga e sonhadora de um museu inovador, trouxe a notícia: estaríamos interessados em receber uma "tenda" que abrigou atividades da Eco-92? Já tínhamos nosso cenário! Ciência em Cena! Uma trajetória emocionante aqui retratada neste livro. A ciência e seu contexto sob holofotes. O público capturado pela emoção, pelo drama, pelo riso e, sempre, pela beleza." [Paulo Gadelha, diretor da Casa de Oswaldo Cruz (1985-1997), responsável pela implantação do Museu da Vida e presidente da Fiocruz (2009-2016)]
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A inauguração do Museu da Vida, em 1999, materializa um projeto amadurecido ao longo da década de 1990. Durante sua concepção, o Museu já trazia consigo o conhecimento acumulado de experiências anteriores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) relacionadas à preservação do patrimônio, promoção da saúde e divulgação científica e cultural. Nesta perspectiva, o projeto inicial do Museu da Vida foi elaborado pela Casa de Oswaldo Cruz (COC), unidade dedicada à história, memória, preservação do patrimônio e à divulgação científica, e contou com a contribuição de profissionais de outras unidades da Fiocruz. É nessa relação dinâmica, em que cada instância alimenta e inspira as demais, que se assenta esse primeiro Plano Museológico do Museu da Vida, instrumento de planejamento e de gestão formulado para dar a dimensão e o sentido claro do trabalho desse museu para a sociedade.
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A pesquisa “Museus de Ciência e seus Visitantes: Estudo Longitudinal Perfil - Opinião” é a primeira de seu tipo em curso no Brasil. Foram quase 14 anos para produzir uma base longitudinal com dados da circunstância da visita, opinião sobre o museu, hábitos culturais e perfil sociodemográfico e econômico do público de visitação espontânea de cinco museus de ciência e tecnologia situados na cidade do Rio de Janeiro.
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Primeiro livro da coleção Terra Incógnita, é uma coletânea de artigos, entrevistas e depoimentos que discutem diferentes meios e instrumentos utilizados para popularizar a ciência, entre eles os jornais, a literatura infantil, a televisão, o rádio, o teatro, os desenhos animados e as exposições. A série Terra Incógnita, que conta com três outros títulos, visa estimular a reflexão sobre o significado atual da divulgação científica, explorando diferentes temas e enfoques. Trata-se de uma iniciativa da Casa da Ciência/UFRJ, em parceria com o Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz. Clique aqui para ter acesso ao arquivo.
Nina chega à escola e uma coisa estranha começa a acontecer. Há um bichinho andando por aí. Os alunos se perguntam: será que é barata? Mas, não! É um bichinho bem minúsculo, que pode andar na cabeça de muitas crianças. Se uma criança da sala pega... ixi! Já viu! Todos podem pegar. Estamos falando dos piolhos!
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Para analisar a cobertura televisiva sobre a gripe A(H1N1), a publicação parte de dois estudos de caso envolvendo os principais telejornais de Brasil e Equador: Jornal Nacional (da Rede Globo) e o equatoriano Televistazo (do canal Equavisa). Editada por Luisa Massarani e María del Carmen Cevallos, a obra é produto da Rede Ibero-Americana de Monitoramento e Capacitação em Jornalismo Científico.
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Ainda que distribuídas de forma bastante desigual, existem centenas de organizações – museus e centros de ciência, zoológicos, jardins botânicos, planetários, aquários – que abordam a ciência e a tecnologia no país. O guia Centros e Museus de Ciência do Brasil 2009 oferece informações sobre 190 dessas instituições. O guia – cuja primeira versão foi lançada em 2005 – é editado pela Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC), pela Casa da Ciência (UFRJ) e pelo Museu da Vida (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz), com apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia.
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Lançado em 2008 pela Federação Mundial dos Jornalistas Científicos (WFSJ, na sigla em inglês) e pela Rede de Ciência e Desenvolvimento (SciDev.Net), o Curso On-Line de Jornalismo Científico foi traduzido para o português em 2009. A publicação reúne dicas e experiências de jornalistas de vários lugares do mundo que trabalham na cobertura de temas de ciência. As lições abordam temas como entrevistas, redação, controvérsias científicas e cobertura de ciência para TV.
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A história, os espaços e as atividades de divulgação científica são apresentadas em farto material documental, incluindo depoimentos e fotografias inéditos.

