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Museu da Vida sedia o I Encontro “Acessibilidade: interfaces e desafios em ambientes de museus”

O evento foi marcado por uma série de palestras abertas ao público, e serviu como espaço de interlocução e de troca de experiências.


O Museu da Vida sediou seu primeiro encontro com o tema “Acessibilidade: interfaces e desafios em ambientes de museus”. O evento, realizado no dia 23 de novembro de 2015, das 9h às 17h, teve como objetivo reunir profissionais e pessoas interessadas para promover reflexão e discussão acerca da acessibilidade em museus. Algumas fotos do evento estão disponíveis no Flickr do Museu da Vida. Além disso, os participantes criaram um espaço de interlocução e de troca de experiências, visando fortalecer uma rede de acessibilidade em museus. Confira o que rolou na programação:

Credenciamento - 9h

Abertura - 9h30
Magali Sá – Vice-diretora de Pesquisa, Educação e Divulgação Científica da Casa de Oswaldo Cruz
Paulo Elian – Diretor da Casa de Oswaldo Cruz
Diego Bevilaqua – Chefe do Museu da Vida
Hilda Gomes – Coordenadora do Serviço de Educação do Museu da Vida

Palestra - 10h às 11h
Acessibilidade universal e plena em museus do Brasil e do mundo
Regina Cohen | Arquiteta, Pós-doutora em Arquitetura e coordenadora do Núcleo Pró-acesso da UFRJ. Foi professora assistente visitante na Universidade de Syracuse, nos EUA

Debate - 11h às 12h

Almoço - 12h às 13h

Relato de Experiências - 14h às 15h30

Atenção: como os três relatos vão acontecer ao mesmo tempo, informe, no ato da inscrição, em qual deles você gostaria de participar por ordem de preferência.

Relato de experiência com mediadora cega
Camila Alves | Psicóloga, educadora do setor educativo do CCBB, mestranda pela Universidade Federal Fluminense em Acessibilidade.

Relato de experiência com mediador surdo
Com representante do Projeto Surdos, da UFRJ, e participação de Bianca Reis, do Serviço de Visitação e Atendimento ao Público do Museu da Vida

Relato de experiência com designer de equipamentos acessíveis
Stella Savelli | Professora especializada em educação de surdos, do Instituto Nacional de Educação de Surdos, designer e, atualmente, coordenadora do projeto “Acessibilidade científico/cultural com e para surdos”, na Seção de Assistência ao Ensino (SAE) do Museu Nacional da UFRJ.

Coffee break - 15h30 às 16h15

Avaliação, entrega de declarações e encerramento - 16h15 às 17h


Para conhecer as iniciativas do Museu na área, acesse as matérias Os museus de ciência e a busca da acessibilidade aos surdos e Ciência acessível: Museu da Vida recebe visitantes surdos.

I Encontro “Acessibilidade: interfaces e desafios em ambientes de museus”
Inscrições: até 6 de novembro
Horário: das 9h às 17h
Local: Museu da Vida, no campus da Fiocruz
Endereço: avenida Brasil, nº 4.365, Manguinhos (próximo à passarela seis)
Para mais informações, envie um e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Atualizado em 14/12/2015

"Território, Memória e Identidade Cultural” foi o tema da quinta edição do evento, realizado em 2015.


Castelo Mourisco - Foto: Acervo da Fiocruz

“Território, Memória e Identidade Cultural” foi o tema da Semana Fluminense do Patrimônio, que iniciou sua quinta edição em 11 de novembro de 2015. O evento promoveu a valorização do patrimônio natural e cultural fluminense e ampliou o conhecimento da população sobre seu patrimônio em suas mais diversas expressões. O Museu da Vida foi uma das diversas instituições envolvidas na Semana e preparou um cardápio de atividades especiais. Confira o que rolou:


Castelo Mourisco

Visita ao Castelo da Fiocruz
Horário: Terça a sexta - 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30 h / Sábado - 10:00 às 16:00 h
O Castelo da Fundação Oswaldo Cruz, joia da arquitetura eclética brasileira, é a principal edificação do núcleo histórico arquitetônico de Manguinhos e é tombado como patrimônio histórico nacional. Ao visitá-lo, fatos, fotos e documentos históricos que revelam curiosidades de sua construção são contextualizados com o momento histórico, marcado por episódios como a reforma urbana do Rio de Janeiro, a Revolta da Vacina, e por uma série de transformações na saúde pública do Brasil. Neste espaço de visitação do Museu da Vida, o público também pode contemplar a arquitetura em estilo neomourisco, a beleza dos azulejos portugueses e os mosaicos inspirados em tapeçaria árabe do Castelo.

Avental de Histórias
Faixa-etária: de 5 a 8 anos
Horário: Quinta-feira às 15:00 h
Contação de história especialmente criada para o público infantil sobre a personalidade de Oswaldo Cruz e sua ideia de construir o Castelo. A atividade utiliza como recurso um avental artesanal de tecido colorido, que funciona como cenário, com bolsos de onde saem os personagens da narrativa.

Amigos do Castelo
Faixa-etária: de 10 a 14 anos
Horário: Quinta-feira às 9:00 h
Esquete teatral que tem como objetivo aproximar o visitante do patrimônio histórico, a partir de uma proposta de investigação pelos visitantes, utilizando-se de elementos da arquitetura do Castelo Mourisco e de conteúdo de exposições de longa duração com temática da história da saúde no Brasil: "Vida e Obra dos cientistas Oswaldo Cruz e Carlos Chagas". Ao entrar no Castelo, nosso anfitrião do século passado encontra-se com dois jovens. Curiosos sobre a aparição de uma charge em um jornal, os jovens buscam informações para entender o cenário em que ela foi produzida. Na imagem, o sanitarista Oswaldo Cruz aparece desenhado sob o corpo de um mosquito. Ao investigarem as origens da imagem, eles também desvendam a verdadeira identidade do enigmático personagem que os acompanha na visita ao Castelo. A peça ainda tem espaço para um romance e um duelo moderno, no qual, em vez do mais forte, vence o mais sábio.

Detalhe dos vitrais do Castelo Mourisco

Acervo Museológico da Fiocruz
Faixa-etária: a partir de 10 anos
Horário - Terça a sexta: 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30h / Sábado - 10:00 às 16:00h
O acervo museológico da Fundação Oswaldo Cruz abriga objetos científicos que foram utilizados em diferentes pesquisas desde as origens da instituição há mais de um século e que remontam à atuação de destacados pesquisadores como o próprio Oswaldo Cruz. O público visitante do Museu da Vida terá a oportunidade de descobrir curiosidades sobre alguns desses objetos de diferentes épocas e conhecer um pouco mais sobre a guarda e preservação deste rico patrimônio científico brasileiro.

Coleção Entomológica do Instituto Oswaldo Cruz
Faixa-etária: a partir de 10 anos
Horário - Terça a sexta: 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30 h / Sábado: 10:00 às 16:00h
É uma das mais ricas da América Latina. Seu início data de 1901, ano em que o próprio Oswaldo Cruz descreveu o mosquito Anopheles lutzi, a primeira espécie nova proposta na instituição quando recém-fundada. O acervo possui aproximadamente 5 milhões de insetos, incluindo exemplares da fauna brasileira, representando quase todas as ordens conhecidas. Parte deste acervo poderá ser contemplada pelo visitante na Sala Costa Lima, onde poderemos conhecer mais sobre a biodiversidade entomológica brasileira e pesquisas realizadas pela instituição há mais de um século nesse campo.


Tenda da Ciência

Contação de História com o tema: Memória, Território e Patrimônio
Faixa-etária: a partir de 5 anos
Horário: Dia 21/11 (sábado) às 11:00h


Centro de Recepção

Mostra Museu da Patologia
Faixa-etária: a partir de 10 anos
Horário: Quarta e quinta (dias 18 e 19) - 9h às 12h e 13:30 às 16:30 h
Parte de um importante patrimônio da ciência e da saúde dos brasileiros, quase dizimado durante o período da ditadura militar, é preservada hoje no Museu da Patologia do Instituto Oswaldo Cruz. Durante a V Semana Fluminense do Patrimônio, o visitante poderá contemplar, no centro de recepção do Museu da vida, uma mostra que apresentará peças anatômicas, objetos e documentos que integram o acervo histórico original dessas que são algumas das coleções biológicas de maior valor histórico mantidas pela Fiocruz.


Áreas abertas do Campus

Caminhada Histórica pelo Campus de Manguinhos
Faixa-etária: a partir de 13 anos
Horário: Quintas e sextas-feiras às 9:00 h / Sábado dia 21/11 às 10:00h
Caminhada por um circuito no campus de Manguinhos onde são apresentadas histórias da trajetória da Fiocruz e de personalidades, transformações e momentos marcantes ao longo de mais de um século da instituição, e a importância de prédios históricos, praças e estátuas que compõem o patrimônio arquitetônico histórico presente no campus em diferentes épocas.

Passeio pelo Caminho de Oswaldo Cruz
Faixa-etária: livre
Horário: Dia 18/11 (quarta-feira) às 9:00 h
Encontro na Praça Pasteur
Durante esse passeio, além de observar diversas espécies de plantas, os participantes conhecem ainda o “Caminho de Oswaldo Cruz”, trajeto importante dentro do campus por onde muitos cientistas de renome já passaram.


A Semana Fluminense do Patrimônio é organizada pela Casa de Oswaldo Cruz (Fiocruz), Fundação Casa de Rui Barbosa, Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac/Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro), Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio de Janeiro (Iphan-RJ), Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), Museu do Meio Ambiente /Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro e Museu Nacional (MN/UFRJ). Este ano, a SFP conta com as parcerias do Centro Cultural Justiça Federal, do Instituto Federal Fluminense (IFF) e da Prefeitura Municipal de Quissamã, além do patrocínio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), do Grupo Libra e da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro.

Veja aqui a programação completa da V Semana Fluminense do Patrimônio.

Atualizada em 24/11/2015

A webconferência teve o tema 'Acessibilidade: interfaces e desafios em ambientes de museus".


O Museu da Vida sediou seu primeiro encontro com o tema “Acessibilidade: interfaces e desafios em ambientes de museus”, no dia 23 de novembro de 2015, das 9h às 17h.

As pessoas que não puderam comparecer ao evento, acompanharam as discussões ao vivo via webconferência, pelo link: http://webconf2.rnp.br/fiocruz_scd

Acesse aqui o tutorial de webconferências. 

Confira aqui a programação completa do encontro.

Caminhão levou atrações itinerantes ao Salão da Ciência em 2015.



Girotech, uma das atividades do Ciência Móvel. Foto de Paulo Colonese
O Ciência Móvel – atração itinerante de ciências do Museu da Vida – desembarcou em Simonésia (MG), levando muita diversão e cultura ao município mineiro nos dias 12 e 13 de novembro de 2015. A iniciativa – incluída na V Mostra Simonesiense de Trabalhos Científicos (V Mosit) – tem como finalidade promover a divulgação científica e da saúde, buscando aproximar a ciência do cotidiano da população, e oferece atividades interativas, lúdicas e divertidas mediadas por monitores especializados e preparados para interagir com públicos de várias idades. Entre elas estão o planetário, o jogo das vacinas, os espelhos sonoros, o Girotech (brinquedo que permite rodar como um astronauta), a bancada de microscopia, os tubos musicais, pilha humana, câmeras escuras, modelos de olho e casa maquete, entre outras.

Para Marcus Soares, coordenador do Ciência Móvel, a iniciativa funciona como um espaço de descoberta e reflexão, e aproxima a ciência do cotidiano dos visitantes. “A bancada de microscopia, por exemplo, é uma atividade dedicada à observação de células humanas, vegetais e detalhes minúsculos de insetos, aranhas e outros animais”, comenta Marcus, contando que a equipe do Museu da Vida transporta toda essa estrutura a bordo de uma carreta de 13,5 metros de comprimento.

O museu itinerante foi montado no Salão da Ciência, podendo ser visitado nos dias 12 e 13, das 8h30 às 12h e das 13h30 às 17h30. O "Ciência Móvel – Vida e saúde para todos", aprovado pela Lei Rouanet (Ministério da Cultura), conta com as parcerias da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj) e de Bio-Manguinhos e o patrocínio da Sanofi e IBM.

SERVIÇO:
Projeto "Ciência Móvel – Vida e saúde para todos" em Simonésia
Data: 12 e 13 de novembro
Preço: Entrada franca
Local: Rua Monsenhor José Paulo Araújo, Simonésia – Minas Gerais

Publicada em 09/11/2015


LEGENDA DA FOTO:
Girotech, uma das atividades do Ciência Móvel. Foto de Paulo Colonese
A programação foi gratuita e aberta a toda a família.


A programação do mês de novembro de 2015 no Museu da Vida trouxe diferentes atividades, desde teatro até a visita ao Borboletário Fiocruz! Uma coisa é certa: há atrações para a família inteira. Confira a agenda de eventos para cada espaço de visitação:

Castelo

Visitação ao Castelo

Fotos e documentos históricos, reunidos na exposição “Passado e Presente – Ciência, Saúde e Vida Pública”, revelam o contexto desse período, marcado por episódios como a Revolta da Vacina, personagens como Oswaldo Cruz e Carlos Chagas e por uma série de transformações na saúde pública do Brasil. Neste espaço de visitação, o público também pode contemplar a arquitetura em estilo neomourisco, a beleza dos azulejos portugueses e os mosaicos inspirados em tapeçaria árabe do Castelo. A visitação inclui a Sala de Exposição Entomológica Costa Lima, que reúne insetos da coleção de Ângelo Moreira da Costa Lima, importante pesquisador brasileiro que trabalhou com Oswaldo Cruz no combate à febre amarela.

Avental de Histórias
Faixa-etária: de cinco a oito anos
Horário: às quintas, às 15h
Apresentação de uma história especialmente criada para o público infantil sobre a personalidade de Oswaldo Cruz e a sua idéia de construir o Castelo. A atividade utiliza como recurso um avental artesanal de tecido colorido, que funciona como cenário, com bolsos de onde saem os personagens da narrativa.

Amigos do Castelo
Faixa-etária: de dez a 14 anos
Horário: às quintas, às 9h
Atividade que tem como objetivo aproximar o visitante do patrimônio histórico, a partir de uma proposta de investigação pelos visitantes, se utilizando de elementos da arquitetura do Castelo Mourisco e de conteúdo de exposições de longa duração que estão no Castelo.

Caminhada Histórica
Horário: Todas as quintas e sextas, às 9h | Sábado dia 21/11, às 10h
Faixa-etária: a partir de 13 anos
Apresentar a trajetória da Fiocruz, sua transformação e importância através dos prédios, praças e estátuas dentro do campus.

Ciência em Cena (Epidauro, Tenda da Ciência e área externa)

Aventuras da Visão – Percebendo a Luz e o Som
Horário: Todos os dias, de 9h às 12h, e 13h30 às 16h30
Faixa etária: a partir de nove anos
Local: Epidauro
Como a física pode auxiliar na explicação de fenômenos visuais? Como a vista nos
engana e faz ver movimento onde havia uma imagem estática? Como é possível ver
cores onde antes havia apenas preto e branco? Essa atividade explora os fenômenos de luz e som, bem como a percepção que as pessoas conseguem ter!

Curumim Quer Música!
Horário: às terças, às 13h30
Faixa-etária: de seis a oito anos
Local: Epidauro
Um indiozinho descobre que não há nenhum barulho na floresta e se pergunta: para onde terão ido os sons? Através da história da busca do indiozinho pela música, trabalharemos com os visitantes alguns conceitos de som (timbre, ritmo, tom, intensidade, localização espacial) e a relação da audição com o cérebro.

Conferência Sinistra
Horário: quartas e quintas, às 10h30 e 13h30
Faixa etária: a partir de dez anos
Local: Epidauro
Esquete sobre febre amarela, peste bubônica e varíola, principais doenças que assolavam o Rio de Janeiro no início do século XX. Com muito humor, elas revelam seus temores em relação às medidas de combate lideradas pelos médicos Oswaldo Cruz e Carlos Chagas.

Contadores de Histórias
Tema: cultura negra
Sábado: dia 21, às 11h
Faixa-etária: a partir de cinco anos
Local: Tenda da Ciência
A atividade tem como objetivo articular a literatura - através da arte de contar histórias - com temas da ciência e da saúde.

O rapaz da rabeca e a moça Rebeca
Horário: Terças, quartas e quintas, às 10h30 e 13h30
Sábado: dia 28 de novembro, às 11h
Faixa-etária: a partir dos 14 anos
Local: Tenda da Ciência
A peça é uma adaptação teatral de um cordel (gênero literário popular) e tem como objetivo dialogar com o público jovem sobre a importância da prevenção com a camisinha, o hábito de fazer o teste do vírus HIV e o preconceito contra a Aids. Apesar de toda informação disponível, o tema ainda é um tabu nas escolas e nas famílias.

Oficina de Brinquedos com Sucatas
Horário: Quarta-feira, às 13h30
Faixa-etária: de cinco a dez anos
Local: Epidauro
A partir do poema "Quadrilha da sujeira", a conversa versa sobre o lixo, o brincar, a nossa saúde e a saúde do planeta. A ideia é descobrir o quanto pode ser divertido brincar com sucatas, usando a criatividade para produzir o próprio brinquedo e cuidar do planeta Terra.

Borboletário Fiocruz
Horário: Todos os dias de 9h às 12h e 13h30 às 16h30
Todos os sábados de 10h às 16h
Faixa-etária: a partir dos cinco anos
Local: área externa da Tenda da Ciência
O espaço é ornamentado por plantas e habitado por espécies de borboletas do continente americano. O visitante poderá acompanhar o desenvolvimento das etapas iniciais da vida desse inseto, desde a fase de larva até a adulta.

Parque da Ciência

Pirâmide
Horário: Todos os dias de 9h às 12h e 13h30 às 16h30
Todos os sábados de 10h às 16h

Oficina Faça Uma Célula
Criação de modelos de células feitos com materiais caseiros
Faixa-etária: a partir de dez anos

Câmara Escura
Pela observação de um modelo de olho humano gigante é possível descobrir sobre a formação de imagens em nossos olhos.
Faixa-etária: a partir de oito anos

Show de Ciências
Horário: Sextas-feiras às 10h30 e 13h30
Faixa-etária: a partir de oito anos
Local: Tenda da Ciência
O show de ciências é uma atividade interativa que se caracteriza pela apresentação e desenvolvimento de experimentos de diversas áreas da ciência apresentados através de uma história, situação ou questão cotidiana de forma a estimular a curiosidade no expectador.



Publicado em 2/11/2015
As vagas eram para pessoas com nível superior completo ou cursando diversas áreas do conhecimento.


Quer integrar nossa equipe de mediadores? Envie seu currículo até 6/11!
O que seria de um museu sem seus mediadores? Aqui no Museu da Vida, nossos mediadores dão vida às exposições e acompanham os visitantes em diferentes etapas da visita, incentivando-os pelo caminho da descoberta e aprendizagem mútua! Por isso - rufem os tambores - estamos selecionando novos mediadores para o ano de 2016! Estamos atrás de pessoas com nível superior completo ou cursando biologia, química, física, astronomia, pedagogia, matemática, museologia, geografia, letras, história, sociologia, comunicação, teatro, artes ou afins!

É desejável que os interessados tenham experiência com mediação em museus e centros culturais, experiência em educação e/ou envolvimento em projetos educativos de divulgação científica. Os graduados irão atuar junto ao Ciência Móvel - Vida e Saúde para todos", e os estudantes de graduação poderão atuar no Ciência Móvel ou no Serviço de Visitação e Atendimento ao Público do Museu (Svap - conheça melhor o trabalho desse setor na seção "Visitação" e "Áreas de visitação", no menu à esquerda). No Svap, a carga horária corresponde à de uma bolsa de iniciação científica de 20 horas semanais, já no Ciência Móvel, a carga horária está relacionada à das viagens do caminhão das quais participem. Essas viagens dependem das negociações com os municípios visitados.

Etapas

- Análise de currículos, de 9 a 30 de novembro

- Entrevistas, de 8 a 17 de dezembro

- Curso de formação, sem data definida

Os currículos deverão ser enviados anexados para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou entregues pessoalmente na sala 11 da sede do Museu da Vida, na Av. Brasil, 4365, em Manguinhos, no período de 28 de outubro a 6 de novembro.

O caminhão da ciência é um dos locais em que os selecionados poderão atuar!
A publicação dos selecionados com o dia e a hora de realização da entrevista ficará disponível no site do Museu da Vida no período de 02 a 07 de dezembro. Mas atenção: o candidato que não comparecer será considerado desistente do processo seletivo! Prepare o currículo e venha fazer parte de nossa equipe!

#PartiuMuseudaVida

Atualizado em 28/10/2015


Programação incluiu atividades no campus de Manguinhos, Quinta da Boa Vista e Sesc Nova Iguaçu, onde o Ciência Móvel esteve presente.



Na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2015 (SNCT), o Museu da Vida não vai ficar de fora. Entre os dias 19 e 25 de outubro de 2015, o Museu ofereceu uma série de atividades especiais para celebrar mais uma festa da ciência brasileira. Jogos, oficinas, exposições itinerantes, Ciência Móvel e até visita ao Borboletário Fiocruz, reinaugurado no dia 22/10, foram atrações na programação.

As atividades, todas gratuitas, foram oferecidas em três locais diferentes: entre 19 e 23/10, no Museu da Vida, no campus de Manguinhos; de 23 a 25/10, na Quinta da Boa Vista, que funcionou como polo integrado da SNCT no Rio de Janeiro; e de 21 a 23/10 o Ciência Móvel passou pelo Sesc Nova Iguaçu. “Luz, Ciência e Vida” foi o tema escolhido para a 12a edição da SNCT.

Confira, a seguir, a programação completa oferecida:

Campus de Manguinhos (estacionamento gratuito)

Aventuras da Visão – Percebendo a Luz e o Som
Como a física pode auxiliar na explicação de fenômenos visuais? Como a vista nos engana e faz ver movimento onde há uma imagem estática? Como é possível ver cores onde antes havia apenas preto e branco? Essa atividade explora os fenômenos de luz e som, bem como a percepção que as pessoas conseguem ter.
Horário: 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30 h
Faixa etária: a partir dos 10 anos
Local: Epidauro (Ciência em Cena)

Festa das Cores
Visita à Câmara Escura para descobrir os mistérios da formação de imagens e como é por dentro do olho. Observe imagens, modelos, faça experimentos e descubra os segredos da visão!
Horário: 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30 h
Faixa etária: Livre
Local: Parque da Ciência (Pirâmide)

Roda de Conversa do projeto Tecendo Redes por um Planeta Terra Saudável - Polo Manguinhos
Como a “co-laboração” pode contribuir para a emancipação da juventude em Manguinhos?"
Hora e dia: 22/10, quinta, às 13h30
Local: Tenda da Ciência
Desde 2007, o projeto "Tecendo Redes por um Planeta Terra Saudável – Polo Manguinhos" desenvolve ações de “CO-LABORAÇÃO” entre o Museu da Vida/COC/Fiocruz, escolas públicas desse território e de outros setores da Fiocruz, buscando contribuir para fortalecer processos de promoção e produções social, cultural e política da saúde em Manguinhos. A reflexão sobre essa prática tem gerado a produção de conhecimentos científicos no campo da Educação. Ao longo desse tempo, uma das ações desenvolvidas é a de, a partir da realidade de vida desse território, promover o debate sobre o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que em 2015 é Luz, Ciência e Vida. Propomos problematizá-lo a partir da seguinte questão: como a “co-laboração” pode contribuir para a emancipação da juventude em Manguinhos? Para animar o papo, serão apresentados discursos do sujeito coletivo (DSC) construídos com base em respostas que estudantes do Ciep JK deram para a pergunta: "A Ciência pode iluminar a vida no Complexo de Manguinhos?"

Borboletário Fiocruz
O Borboletário Fiocruz conta atualmente com quatro espécies: olho-de-coruja, ponto-de-laranja, brancão e julia. Venha conhecer o curioso mundo das borboletas!
Reabertura: 22 de outubro.
Horário: 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30 h
Faixa etária: Livre
Local: área externa do Ciência em Cena

Oficinas de Origami
Montagem de flores e borboletas através de dobraduras.
Horário: 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30
Faixa etária: a partir de 6 anos
Local: área externa do Ciência em Cena

Pintura, recorte e colagem
Ao colorir desenhos, você monta o ciclo de vida da borboleta.
Horário: 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30 h
Faixa etária: a partir de 4 anos
Local: área externa do Ciência em Cena

Contação de história
Adaptação do clássico Romeu e Julieta, com uma abordagem da diversidade de flores e espécies de borboletas, suas cores, entre outros aspectos.
Horário: 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30 h
Faixa etária: livre
Local: área externa do Ciência em Cena

Caixa entomológica
Visualização com lupa de insetos diversificados, suas cores, formas e estruturas.
Horário: 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30 h
Faixa etária: livre
Local: área externa do Ciência em Cena

Jogo de Chagas
O que é a doença de Chagas? Venha se divertir e descobrir mais sobre esta doença, brincando com o Jogo de Chagas. A brincadeira começa na visita à sala de Carlos Chagas no Castelo, com a observação de caixas com o inseto transmissor da doença, “o barbeiro”.
Horário: 9:00 às 12:00 e 13:30 às 16:30 h
Faixa etária: a partir de 10 anos
Local: Castelo

Quinta da Boa Vista

Exposição Biodiversidade e Saúde
O Brasil é um país com grande biodiversidade: uma em cada cinco espécies existentes no mundo vive aqui. Entender melhor a importância da biodiversidade – em especial a brasileira – para a nossa vida e nossa sociedade é um dos objetivos da exposição “Biodiversidade e saúde”. Apresentada na forma de painéis e módulos interativos, a exposição convida o visitante a compreender a complexidade da vida em seus diferentes níveis de hierarquia, a conhecer mais sobre os seis biomas brasileiros – Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Mata Atlântica e Pampas – e a refletir sobre a intervenção humana na natureza e na aceleração do processo de extinção de espécies.
Dias: 23, 24 e 25 de outubro
Horário: 10:00 às 17:00 h
Faixa etária: a partir de 12 anos
Local: Quinta da Boa Vista – Alameda das Sapucaias – São Cristovão

SESC Nova Iguaçu

Ciência Móvel

O Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos, na sua temporada Arte e Ciência sobre Rodas, estará no Sesc Nova Iguaçu durante a SNCT. O museu itinerante de ciências apresentará suas atrações interativas e gratuitas, desenvolvidas pelo Museu da Vida (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz). A ação tem como finalidade promover a popularização da ciência e da saúde, buscando aproximar a ciência do cotidiano dos visitantes. Para isso, explora temas como a vida e sua diversidade, a promoção da saúde e a intervenção do homem sobre a vida e o ambiente. Levados a bordo de um caminhão, os módulos ajudam a despertar o interesse pela ciência de modo divertido e lúdico.
Dias: de 21 a 23 de outubro
Horário: 10h às 17h
Local: Quadra IV do Sesc Nova Iguaçu. Rua Dom Adriano Hipólito, 10 - Moquetá, Nova Iguaçu – RJ
Visitação livre
Informações para agendamento de grupos escolares: 2797-3735.

Confira a programação completa da Fiocruz aqui.

Atualizado em 26/10/2015

Em parceria, o Instituto Oswaldo Cruz e o Museu da Vida reabrirão o borboletário, único na cidade do Rio.

 
A visitação para o público será iniciada às 13h30 no dia 22 e entra na programação do circuito de visitação a partir do dia 23 de outubro, inclusive aos sábados. Para agendar uma visita, ligue para (21) 2590-6747. Aos sábados, a visita também é livre! (foto: Peter Ilicciev)
Encantadoras, graciosas e, por onde voam, sempre despertam o interesse de pessoas das mais diferentes idades. Já sabe do que estamos falando? Acertou quem disse borboletas! Por aqui no Museu, somos grandes fãs desses curiosos insetos. A partir do dia 22 de outubro de 2015, na área externa do Ciência em Cena, você terá mais um motivo para visitar o campus da Fiocruz: em parceria com o Instituto Oswaldo Cruz, reabrimos o Borboletário, único na cidade do Rio de Janeiro.

O espaço será ornamentado por plantas e habitado por espécies de borboletas do continente americano. O Borboletário Fiocruz reabriu durante um momento especial: a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2015, cujo tema foi Luz, Ciência e Vida. Além de reproduzir o habitat natural das borboletas, ele proporciona uma verdadeira integração entre o homem, o ambiente e a biodiversidade.

O visitante pode acompanhar o desenvolvimento das etapas iniciais da vida desse inseto, desde a fase de larva até a adulta. “A Fiocruz deixou de ser apenas um expositor destes insetos, assumindo o papel de criador científico das borboletas para a difusão da ciência. Nossa expectativa é de que o sucesso seja ainda mais significativo com a reabertura do espaço”, explica Ricardo Lourenço, pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e idealizador do Borboletário.

Quatro espécies poderão ser apreciadas: olho-de-coruja (Caligo illioneus), ponto-de-laranja (Anteos menippe), borboleta-brancão (Ascia monuste) e Julia (Dryas iulia), que podem ser encontradas em diferentes áreas tropicais do continente americano. Durante a visita, o público descobre a diferença entre borboleta e mariposa - além de aprender sobre o ciclo de vida das borboletas, seus hábitos alimentares, o segredo por trás de suas variadas cores, táticas e estratégias de sobrevivência.

No Museu, o Borboletário Fiocruz passa a integrar nosso circuito de visitação. “Já estamos planejando uma expansão do espaço de visitação, além de programas profissionalizantes com jovens das comunidades ao redor do campus de Manguinhos para integrá-los em todas as etapas da atividade: da produção ao atendimento ao público. Dessa forma, o Museu atua na sensibilização da população para questões ligadas à biodiversidade e, em particular, da biodiversidade da mata atlântica e da importância de sua preservação”, explica Diego Vaz Bevilaqua, chefe do Museu da Vida.

A iniciativa também conta com o apoio da Diretoria da Administração do Campus (Dirac/Fiocruz) e do Centro de Criação de Animais de Laboratório (Cecal/Fiocruz), na criação e manutenção dos insetos. A entrada é gratuita e a visitação acontece de terça a sexta-feira, das 9h às 16h30, com agendamento prévio, mas é livre aos sábados, das 10h às 16h. Para informações e agendamentos, basta entrar em contato pelo telefone (21) 2590-6747.

#PartiuMuseudaVida

Atualizado em 26/10/2015.

Evento fez parte do projeto "Tecendo Redes por um Planeta Terra Saudável - Polo Manguinhos.


Laiza Lorrane Dias, aluna do CIEP JK em atividade de Educação Ambiental
A realidade de vida na região das favelas de Manguinhos e Maré, território do qual a Fiocruz faz parte, traz grandes desafios para quem mora no local e também para quem trabalha na instituição. O projeto 'Tecendo Redes por um Planeta Terra Saudável – Polo Manguinhos', iniciativa do Museu da Vida, é uma das respostas da entidade a esse desafio.

Uma das ações desenvolvidas anualmente com esse intuito é a organização de uma roda de conversa em torno do tema central da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que deve necessariamente partir do contexto em que a entidade está inserida. Considerando o tema da SNCT 2015 – Luz, Ciência e Vida –, a proposta este ano é discutir a seguinte questão: “Como a ‘co-laboração’ pode contribuir para a emancipação da juventude, potencializando sua ‘luz’ para brilhar em Manguinhos?”. O debate ocorreu no dia 22 de outubro de 2015, às 13h30, no Auditório.

Para embasar esse papo, foram apresentados resultados de enquete realizada com estudantes do Ciep JK, que responderam à pergunta: "A ciência pode iluminar a vida no Complexo de Manguinhos?". Também foram discutidas as respostas de agentes comunitários de saúde de Manguinhos, colhidas no âmbito do projeto em 2013, para a questão: "Que ações/pesquisas intersetoriais podem ajudar a aproximar a realidade atual da desejada"?

Por meio de ações de “CO-LABORAÇÃO” entre o museu, escolas públicas e diversos setores da Fiocruz, realizadas desde 2007, o projeto busca contribuir para fortalecer processos de promoção e produção social, cultural e política da saúde nesse território. O evento é gratuito e aberto a todos os interessados.

Serviço:
Roda de Conversa "Como a 'co-laboração' pode contribuir para a emancipação da juventude, potencializando sua 'luz' para brilhar em Manguinhos?"
Data e hora: 22/10, às 13:30h
Local: Auditório do Museu da Vida

Para mais informações sobre o projeto 'Tecendo Redes por um Planeta Terra Saudável', clique aqui.

Atualizado em 23/10/2015

Resultado da eleição foi unanimidade, com 34 votos. José Ribamar já havia presidido a Associação em dois mandatos.





José Ribamar (centro) em meio à Assembleia da ABCMC, na Reunião Anual da SBPC, em São Carlos, onde tomou posse. (foto: Diego Bevilaqua)
No dia 14 de julho, José Ribamar Ferreira foi eleito para a presidência da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC), a qual já presidiu em dois mandatos. Em votação unânime, ele ficará à frente da instituição no biênio 2015-2017, tendo participado da diretoria de 2012 a 2014. Com a decisão, a sede da ABCMC ficará localizada no Museu da Vida.

Veja aqui a lista completa com os nomes eleitos para a diretoria e conselhos diretor e fiscal.

Engenheiro por formação, José Ribamar foi empossado na quarta-feira, dia 15, em evento na Reunião Anual da SBPC, em São Carlos (SP). Doutor em ciências pelo Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF/UFRJ), participou ativamente da criação do Museu da Vida e foi chefe da instituição. Com ampla atuação na área da divulgação científica e em educação não formal, José Ribamar também acompanhou e ajudou na criação do Ciência Móvel, sendo uma peça importante nos nove anos de existência do projeto.

Em entrevista ao Museu da Vida, José Ribamar destacou momentos importantes ao longo da existência da Associação e apontou algumas ações que serão implementadas em sua gestão.

Qual é a sua avaliação sobre o cenário de museus e centros de ciência no Brasil, tendo em vista que no Guia 2015 de Centros e Museus de Ciência foram mapeadas 268 instituições?

José Ribamar: Verificamos um boom da popularização da ciência, especialmente a partir dos anos 1980, das políticas públicas implementadas a partir de 2003 e de grandes eventos, como olimpíadas, feiras de ciência e da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em 2004, que se transformou na maior ação no país envolvendo ciência e sociedade. A curva de implantação de centros e museus de ciência foi crescente nesse período, mas, apesar desse crescimento, o financiamento do setor ainda é irregular, e a manutenção dos programas, imprevisível. O fechamento do Museu de Ciência e Tecnologia da Bahia, pioneiro em termos de centro interativo, e da Estação Ciência, que liderou o movimento nacional que criou a ABCMC, são exemplos que até há pouco tempo eram impensáveis.

Quais momentos você destacaria ao longo desses 15 anos de ABCMC que marcam a história da Associação e da divulgação da ciência no país?

Desde o início, a ABCMC mantém diálogo com os responsáveis pela política nacional de popularização da ciência, em defesa dos interesses da popularização da ciência em geral e, em especial, dos centros e museus de ciência. Como destaque das realizações nesse período, cito uma série de acontecimentos, como a implantação da ABCMC Interativa, inaugurada no IV Congresso Mundial de Centros de Ciência e que circulou por diversas cidades brasileiras; a preparação, defesa e aprovação na IV Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, juntamente com outras entidades, do programa Pop Ciência 2022; a realização do I Encontro de Centros e Museus de Ciência, em 2011; a iniciativa Circo da Ciência da ABCMC, com exposição de trabalhos dos museus associados durante as reuniões anuais da SBPC; e publicação, juntamente com a Casa da Ciência e Cultura da UFRJ e o Museu da Vida da Fiocruz, de três números do guia de Centros e Museus de Ciência do Brasil.

Quais serão as prioridades da atual gestão da ABCMC?

Em função das dinâmicas do setor e da atuação da ABCMC nos últimos anos, buscaremos articulações com as áreas envolvidas com a popularização da ciência e com os responsáveis pelas políticas públicas para o setor nos níveis federal, estadual e municipal (ministérios, secretarias de ciência e tecnologia, fundações estaduais de amparo à pesquisa e agências de fomento) no sentido de ampliar as políticas públicas e os mecanismos de financiamento para o campo. Temos de reunir forças para garantir a continuidade e o desenvolvimento da área. Num horizonte de médio prazo, temos como referência o documento Pop Ciência 2022, que aponta metas a serem alcançadas até o bicentenário da Independência, e a proposta para um Plano Nacional de Popularização da ciência, que estão no site da ABCMC.

Além dessas ações políticas mais gerais, destaco, entre outros propósitos da atual gestão, a realização do II Encontro de Centros e Museus de Ciência em 2016; a viabilização de um Termo de Cooperação Técnica com o MCT&I, a partir do qual poderão ser viabilizados projetos de pesquisa e ações por parte da comunidade de centros e museus de ciência; e buscar o diálogo e a promoção de ações conjuntas com a Associação Brasileira de Museus, Fórum de Museus Universitários, Fórum Nacional de Museus, IBRAM, Academia Brasileira de Ciências, Sociedades Científicas, SBPC, Red Pop, bem como centros culturais, institutos de pesquisa e organizações afins.



Atualizado em 24/07/2015

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Funcionamento:  de terça a sexta, das 9h às 16h30; sábados, das 10h às 16h.

Fiocruz: Av. Brasil, 4365, Manguinhos, Rio de Janeiro. CEP: 21040-900

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